A revista eletrônica Fusion publicou um belíssimo texto de Kelsey McKinney homenageando o grande B. B. King. Seu texto aponta para a relação que B. B. King construiu com o seu público, relação esta que atesta a qualidade de sua música e ,em grande medida, sintetiza sua vida e a importância de sua obra. McKinney nota que a melhor apreciação do poder da música de B. B. King foi feita por Charles Keil em sua obra Urban Blues, ao definir que King era o único cantor americano que manteve um público estrito de conhecedores do que era o blues e sobre o que o blues realmente cantava e significava, uma audiência “pura” e quase inteiramente negra.
Para apreciarem o texto de McKynney bem como acessarem ao livro de Charles Keil, sigam o link acima.
Aqui, mais modestamente, digo que a emoção e o suspense se foram, B. B. King. Se foram contigo embora, diferente dos amores difíceis e tristes do blues, você, ao contrário, nos fez muito bem.
Descanse em paz, B. B. King. Deixe nós com nossos amores difíceis e com nossa vida fonte dos blues.
Ars Longa, Vita Brevis …